Perguntaram-me se acredito em Deus

Esta obra trata de religião com imensa delicadeza. São várias histórias com um personagem em comum Mestre Benjamim, senhor que mesmo sem a certeza pessoal de que Deus existe é um exemplo de espiritualidade. Várias pessoas o procuram em busca de soluções para seus problemas e conselhos reconfortantes. (editorial)
Conversas sobre política

O autor, com esta obra, nos leva a reivindicar da política o cumprimento de seu papel, de sua verdadeira missão a de sonhar os sonhos do povo e se dedicar a transformá-los em realidade. Rubem Alves, mais uma vez provoca nosso mundo interior, nossas convicções, fazendo-nos repensar com mais acuidade nosso ser político e nosso ser na política.´ (editorial)
O velho que acordou menino

Rubem Alves, narrando memórias de sua infância, esclarece uma série de costumes que repetimos sem saber ao certo de onde vieram. Assim como ele não sabia a origem de muita coisa que ´era como era´, nós vamos incorporando hábitos sem perceber. Ele reconta Minas Gerais, a Maria-Fumaça, o urinol, o fogão à lenha, o alpendre, o porão, os escorpiões, as jabuticabeiras, as praças,o telefone à manivela, velórios, casamentos arranjados, os brinquedos artesanais inventados, o silêncio entre pais e filhos, a submissão feminina, a igreja e outros adereços que montam uma paisagem singular, de fotografias da memória, com a sempre surpreendente e simples linguagem, tão peculiar de suas crônicas. (editorial)
O decreto da alegria

Trata-se da história de um rei de bom coração e cabeça tola que decreta não haver mais tristeza e infelicidade em seu reino, exigindo que todos vivessem alegres e felizes, sob pena de punições de cócegas e piad (editorial)
Lições do velho professor

Um jovem educador pode nos ensinar muitas coisas. Mas o velho professor é aquele que oferece as iguarias: conhecimento com sabor, sabedoria temperada com experiência de vida, humor e uma pitada de livre pensar. Muitas vezes, o conhecimento se origina do vivido. O ´olhar crepuscular´, como bem diz Rubem Alves, é mais terno, pois já compreende a multiplicidade de conexões que estão ali, prontas para nascer, a cada gesto, a cada palavra entre mestre e aprendiz. Nesse livro encontra-se um conjunto de textos de diferentes épocas. A fim de apresentar um amplo panorama das ideias do autor, foram reunidas as crônicas que contêm as principais lições do velho (e querido) professor Rubem Alves. (editorial)
A história dos três porquinhos : recontada por Rubem Alves

Este livro apresenta uma versão moderna e bem-humorada da tradicional história dos Três Porquinhos, na qual o mais velho é pedreiro e tem muitas preocupações, contrapondo-se aos outros dois, que são músicos e sempre sonhadores. O pedreiro constrói a casa mais segura, enquanto os demais fazem casas frágeis, de pau e sapé. Um dia, o lobo, assim como na história tradicional, derruba as casas mais frágeis, mas não consegue derrubar a casa mais segura, de cimento, onde os três estão escondidos. Assim, o lobo vai embora e com ele a preocupação e o medo, que fez parte de toda a vida do porquinho mais velho, que termina se tornando, como os outros dois, um músico. (editorial)
A pipa e a flor

A pipa, segura pelas mãos da flor, voava alto e feliz. Sempre voltava contando para sua amiga flor, as maravilhas que via do alto! A flor, enciumada e cada vez mais triste, foi diminuido a linha, não permitindo mais que a pipa se distanciasse muito… (editorial)
A música da natureza

O autor sugere uma pequena sinfonia em três partes – primeiro movimento, ´Ipê-rosa´, andante tranquilo, como o coral de Bach que descreve as ovelhas pastando. Ouve-se o som rural do órgão; segundo movimento, ´Ipê-amarelo´, rondo vivace, em que os metais, trombones, trompas, tubas, pistões, cores parecidas com as do ipê amarelo, fazem soar a exuberância da vida; terceiro movimento, ´Ipê-branco´, moderato, em que os veludosos violoncelos falam de paz e esperança. (editorial)
A maçã e outros sabores

O que transforma o mundo é o jeito que se olha para ele. Ao contar o jeito que leu uma notícia de jornal, como ouviu uma frase ou como viveu determinada experiência, Rubem Alves fala do sabor que sentiu. Ele traduz seu universo em palavras e, ao ler suas crônicas, uma alquimia acontece dentro do leitor – que passa a olhar de outro jeito o que sempre esteve ali ou descobrir sensações e sentimentos… (editorial)
Encantar o mundo pela palavra

Nesses textos somos lembrados de que ´quando falamos, estamos nos transformando em verbo para que uma outra pessoa possa se apropriar de nós´. Trapaceie com a palavra, mas cuidado para não se deixar trapacear. O mundo, encantado pela palavra, fala da gente e de nossas gentes. Se cada língua tem um jeito único de se falar, é na palavra que nos fazemos humanos, com identidade, cheiro, cor e tantos outros traços. (editorial)
