Para quem gosta de ensinar

Este livro reúne, em ordem cronológica de publicação, três obras de Rubem Alves que se tornaram referência para discutir a educação: ´Conversas com quem gosta de ensinar´, ´Estórias de quem gosta de ensinar´ e ´A alegria de ensinar´.
O desejo de ensinar e a arte de aprender

A primeira tarefa da educação é ensinar a ver. Rubem Alves nos mostra que o pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo, se o desejo for satisfeito, a maquina de pensar não pensa, os conhecimentos são extensões do corpo para a realização dos desejos. A Escola da Ponte é uma prova de que conhecer pode ser um ato de extensa curiosidade e não uma obrigação, onde a função do professor não é somente repassar um saber, mas, principalmente ensinar o caminho para encontrá-lo. (editorial)
Pinóquio às avessas

Recriando a trajetória de Pinóquio, o boneco do autor italiano Carlo Collodi, Rubem Alves oferece outra leitura. Nesta versão, ilustrada por Mauricio de Sousa, ele aponta para o perigo que correm as crianças ao ingressar em escolas que não consideram seu potencial e suas capacidades individuais e criativas, e tentam enquadrá-las num sistema educacional rígido. O conto é apresentado ´às avessas´, com o objetivo de provocar uma reflexão que suscite mudanças nesse sistema educacional. (editorial)
Os quatro pilares : aprender, fazer, conviver, ser

A partir dos quatro pilares de uma educação para o século XXI, indicados por Jaques Delors no seu famoso relatório, Rubem Alves faz uma abordagem livre e crítica. Ele discute profundamente o papel da escola e a impossibilidade de analisá-la à parte do mundo e da sociedade. Navegando pelos campos da História, Religião, Filosofia, através de histórias, poesias, analogias, Rubem Alves aponta caminhos, polemiza, concilia e cobra posturas práticas. (editorial)
Ensinar, cantar e aprender

Há quem veja a educação como um processo que ocorre apenas na escola. Mas também pode-se entender por aprendizagem a maneira como cada um vive no dia-a-dia, um jeito de olhar para o mundo com atenção ao novo, ao diferente. Ou, mesmo de se espantar com o que sempre esteve aí, como o brilho dos dias, o canto dos pássaros, a brincadeira das crianças. Aprender pode ser coisa de uma alegria sem comparação. Além do mais, como diz o autor – ´A educação nos leva para mundos novos e nos faz experimentar sentimentos que desconhecíamos. A educação torna as pessoas mais ricas internamente e, por isso, estar com elas se torna um prazer´. (editorial)
O melhor de Rubem Alves

Rubem Alves, um dos mais respeitados intelectuais do Brasil, é amado por milhões de pessoas que, como ele, desejam construir um mundo melhor do que o que recebemos ao nascer. Certamente, você não teria tempo e/ou oportunidade de ler os 80 livros de Rubem Alves. Este livro ´O melhor de Rubem Alves contém uma síntese do seu pensamento. (nota da editora)
Mansamente pastam as ovelhas–

Segundo o autor, balançar é o melhor remédio para depressão. Quem balança vira criança de novo. Razão por que ele acha um crime que, nas praças públicas, só haja balancinhos para crianças pequenas. Diz o autor que deveria haver balanços grandes para os grandes! Já imaginaram o pai e a mãe, o avô e a avó, balançando? Balançando, se rejuvenesce. (editorial)
Pensamentos que penso quando não estou pensando

Há os pensamentos diurnos, aqueles que a gente pensa porque tem de pensar. Incluem obrigações, raciocínios matemáticos, históricos, conjunturais. Análise das circunstâncias em que estamos mergulhados no dia-a-dia, esforços variados para compreender os outros e suas atitudes. Mas, felizmente, há também aqueles pensamentos que surgem do nada. Em geral, além de imprevistos, eles são divertidos, frutos de uma observação de um outro Eu que vive escondido dentro de nós. São imagens que nos levam por caminhos nunca dantes trilhados, que tangenciam nossa atenção desperta. Esse livro traz uma reunião de idéias e pensamentos nascidos assim, num golpe de vento, num estalo. (editorial)
Livro sem fim

Este livro é sobre a educação, vista sob a luz crepuscular. A esperança do autor é mágica. Deseja que os seus leitores fiquem com os olhos semelhantes aos dele. Assim, verão o mundo de forma como ele – e as palavras se tornarão, então desnecessárias. Cada tela é um convite para que o espectador veja o mundo com os olhos do pintor. A arte busca comunhão. (editorial)
Livro sem fim

Este livro é sobre a educação, vista sob a luz crepuscular. A esperança do autor é mágica. Deseja que os seus leitores fiquem com os olhos semelhantes aos dele. Assim, verão o mundo de forma como ele – e as palavras se tornarão, então desnecessárias. Cada tela é um convite para que o espectador veja o mundo com os olhos do pintor. A arte busca comunhão. (editorial)
