Jardim Zoilógico

Aranha, borboleta, coruja, dinossauro, elefante, macaco, leão, baleia, quero-quero, tartaruga são alguns dos animais que habitam o ´Jardim Zoilógico´. São poemas curtos, bem-humorados, que fala sobre um zoológico ideal, onde não haveria animais presos, maldade, destruição. (editorial)
Abre a boca e fecha os olhos

Este livro traz uma série de poemas e adivinhações sobre um tema bastante inusitado – a boca. Em ´Abre a boca e fecha os olhos´, o autor fala com bom humor sobre os dentes, a língua, as aftas e outros assuntos geralmente destinados à cadeira do dentista. (nota da editora)
Bicharada em perigo

Poemas informativos e divertidos mostram as características e curiosidades de doze animais da fauna brasileira ameaçados de extinção. Mico-leão-dourado, gavião-real, tamanduá, jibóia, gavião real, onça-pintada, ararinha azul, tuiuiú, lobo-guará e outros ganham vida nas ilustrações de doze artistas diferentes. (nota da editora)
Vamos navegar na poesia?

A autora nos mostra que poesia é uma grande brincadeira. Fazer rimas com as palavras é algo fácil e prazeroso. (nota da editora)
Zôônário

Fugindo não se sabe de que, um bicho voa como um raio. Em sentido oposto, caminha um dicionário. Na primeira curva, a trombada… eis aí o Zoonário. Poemas que misturam as letras do alfabeto com animais. (editorial)
Cadê a metade?

Este livro tem rima e brincadeira. Mas a brincadeira só existe com a aba espelhada. Sem ela, o livro fica pela metade. Depois de ler cada rima, coloque a aba espelhada no meio do livro e veja o que acontece. (editorial)
O batalhão das letras

A partir da fórmula do ´bê de bola´, Mario Quintana usa seus recursos de linguagem para desenvolver versos que alfabetizam enquanto encantam. (editorial)
Quermesse maluca

O livro apresenta uma série de poemas cujo tema é a quermesse: pipoca, quadrilha, quentão, correio elegante, balões e muita animação. Os poemas mostram, com delicadeza e humor, um jeito todo especial de ver as tão populares e brasileiras festas juninas. (editorial)
Ou isto ou aquilo

Publicado pela primeira vez em 1964. Brincando com as palavras, a autora cria um universo encantador com a borboleta no jardim, a bela bola que rola, a casa da avó, a água da chuva e a lua, que aparece depois da chuva, e pinta outras cenas que somente a sensibilidade de Cecília Meireles tem o dom de revelar (editorial)
Amigos do peito

Poemas que mostram, de um jeito divertido (e que nos faz refletir), o que acontece na vida de um menino pequeno durante um dia inteiro: A casa. A escola. Sono pesado. A vizinhaça. Amigos do peito. Hora do almoço. Irmão menor. Brinquedo novo. Jogo de dados. O cão. O gato. O médico e o monstro. A visita da tia. Casa da vovó. Hora do banho. Hora de dormir.
