Bem-te-vi e outras poesias

Poemas: Bem-te-vi. Zum-zum-zum. Peixinho. Palhaço. Eclipse. Mar. Paraíso. Plim-plim.
Limeriques para pinturas

Limeriques é uma maneira divertida de escrever poemas com cinco versos. Funciona assim: as rimas do primeiro, do segundo e do quinto versos são iguais, enquanto que o terceiro e o quarto versos têm rimas diferentes e são mais curtos. Nesse livro, Tatiana Belinky inspirou-se nas pinturas de Dalmau para brincar com as palavras e criar esses poemas.(editorial)
Amigos do peito [com CD]

Esta obra composta em versos, busca mostrar de forma bem humorada o dia a dia da criança – a hora de levantar, a escola, os vizinhos, irmãos, amigos e outros, estão presentes no livro. Acompanha CD com os poemas musicados que contam com a participação de convidados como Zeca Baleiro, Chico César, Rita Ribeiro, Maurício Pereira e outros.(editorial)
Abrapoema

Abrapoema é um convite sem tempo, um convite a abrir mundos, palavras, versos, imagens, cores… Tudo o que for surgindo no levantar e abaixar das abas. (editorial)
Folclorices de brincar

As brincadeiras de rua que fizeram parte de muitas infâncias são tão importantes e simbolizam tão fortemente nossa cultura que já são consideradas parte indissociável de nosso folclore. Amarelinha, pião, pular corda e tantas outras são o mote para a arte visual de Ivan Cruz, que, por sua vez, inspirou as autoras Mércia Leitão e Neide Duarte a usarem a arte poética para traduzir em palavras essas nossas folclorices de brincar (editorial)
Os direitos das crianças segundo Ruth Rocha

Todas as crianças têm direito a um nome, a uma casa, a comida e estudo. Mas também têm direito a ouvir histórias, andar na chuva e brincar de adivinhação – afinal, a infância é o tempo em que começamos a perceber o tamanho do mundo e descobrir quem somos. Inspirada nas idéias de igualdade universal – e também nas brincadeiras e emoções que só as crianças conhecem, Ruth Rocha escreveu um livro de poesia sobre aquilo que não pode faltar durante a infância. (editorial)
Cadê o cavalo?

No poema uma charada, com uma dica para ajudar. Cadê o cavalo? Só o olhar pode desvendar. (editorial)
Cadê a mosca?

Leia a dica no poema. Olhe bem a ilustração. Cadê a mosca? Encontrá-la será uma diversão! (editorial)
Folclorices de brincar

As brincadeiras de rua que fizeram parte de muitas infâncias são tão importantes e simbolizam tão fortemente nossa cultura que já são consideradas parte indissociável de nosso folclore. Amarelinha, pião, pular corda e tantas outras são o mote para a arte visual de Ivan Cruz, que, por sua vez, inspirou as autoras Mércia Leitão e Neide Duarte a usarem a arte poética para traduzir em palavras essas nossas folclorices de brincar (editorial)
O que levar para uma ilha deserta

O que levar para uma ilha deserta é sempre uma questão instigante- o que podemos precisar? O que gostaríamos de ter conosco num lugar tão isolado? Questões como essa estimulam o leitor iniciante a refletir sobre suas escolhas e prioridades, além de provocá-lo para que use e abuse de sua imaginação! (editorial)
