— e a lua sumiu

A lua sumiu, e os bichos reuniram-se para desvendar o mistério. Enquanto os vagalumes forneciam luzes de emergência, palpites pipocavam para todos os lados. A preocupação era única: será que um dia, eles teriam a lua de volta para iluminar a noite escura? (editorial)

A princesa Tiana e o sapo Gazé

Princesas, filas de pretendentes e sapos fazem parte do imaginário popular. Usando tais personagens, Marcio Vassallo nos conta a história da Princesa Tiana e do Sapo Gazé com uma linguagem moderna, entremeada por trechos hilários, até o clímax – o beijo. Após o beijo, a criatividade do autor nos supreende com um final encantador. (editorial)

Cadê o juízo do menino?

´O juízo é um parafuso que a gente deixa apertado pra máquina do pensamento não fazer nada errado´. O músico, jornalista e mediador de leitura Tino Freitas teve de ter muito juízo para desparafusar as ideias de um menino travesso e soltar a imaginação do leitor. (editorial)

Nicolau tinha uma ideia

Pra que serve uma ideia presa dentro da cabeça? O destino das ideias é que alguém as conheça. Nicolau tinha umna ideia e para alguém a contou. Leia o livro e descubra tudo o que isso causou! (editorial)

Nove chapeuzinhos

Em ´Nove chapeuzinhos´, Flavio de Souza solta a imaginação para inventar cenários e sotaques criativos para uma história conhecida, aquela da menina que não teve medo do Lobo Mau. Seja no período cretáceo, entre os dinossauros; na Índia, há três mil anos; na mitológica Grécia Antiga; em Pindorama, por volta de 1500; numa floresta da Inglaterra, na Idade Média; na capital do Império do Brasil, em 1889; em Minas Gerais, algum tempo atrás; em 2001, escrita em 1901; ou em 3006, escrita em 2006, a Chapeuzinho, sua avó e o Lobo Mau fazem a festa, trocando de sotaque, roupa e penteado. Cada versão ganhou a contribuição de um ilustrador diferente. (editorial)

A centopéia que sonhava

Quem nunca sonhou poder voar como um pássaro? Ou nadar como um peixe? Que maravilhoso seria cantar como um sabiá! Dona Centopéia sonhava fazer tudo isso, mas tinha as suas limitações, como todas as pessoas e bichos. Neste livro, Betinho nos mostra que, sozinhos, podemos muito pouco, mas quando nos ajudamos uns aos outros, conseguimos realizar nossos sonhos. (editorial)

O diário escondido da Serafina

Com o seu especial talento para inventar brincadeiras e presentes originais, Serafina já estava merecendo um livro como este. Ela, que sempre gostou de cantinhos para fugir um pouco do mundo, encontrou agora um esconderijo mais seguro. E foi dali que escreveu este diário, falando de seus sonhos, seus amigos, seus livros preferidos. (editorial)

Ah, Cambaxirra, se eu pudesse–

Uma ave tenta impedir que um lenhador derrube a árvore de galho mais bonito, onde ela deseja fazer o seu ninho. Mas o lenhador cumpre ordens do capataz, que cumpre ordens do barão, até chegar ao imperador. Todos afirmam cumprir ordens de seus superiores e têm medo de desobedecê-los. Então, ao enfrentar o temido imperador, a cambaxirra ameaça sair por aí e pedir ajuda a todo o mundo. No que o imperador faz a surpreendente revelação – ´´Ah, cambaxirra, não faz isso não. De todo mundo junto eu tenho medo´. E a árvore foi salva. (editorial)

Era Urso?

Se um vigia, seu chefe, um gerente, seu diretor, o vice-presidente e o presidente cismam que um urso só precisa fazer a barba, tomar banho e trocar de roupa para ser um perfeito operário, a solução é obedecer e trabalhar. Mas, como voltar a ser simplesmente um urso? (editorial)

O que os olhos não vêem

Essa fábula questiona o autoritarismo, através de personagens que simbolizam a opressão; o Rei e os funcionários da Corte, todos eles grandes, falantes e bem nutridos. Os súditos pequenos, que representam o povo oprimido, nunca são vistos pelos gigantes que mandam e desmandam no reino. Mas, um dia os pequenos conseguem se unir e, usando pernas de pau para também ficarem grandes, obrigam o Rei a enxergá-los e a ajudá-los a resolver seus problemas. A partir do conhecido ditado popular ´O que os olhos não vêem o coração não sente´, Ruth Rocha põe em evidência o que acontece quando os governantes não trabalham com e para o povo. (editorial)