Lá e Aqui

Imagem e texto se unem em Lá e Aqui para contar que a separação, aos olhos de uma criança, pode ser vivida de uma maneira positiva, sem no entanto menosprezar o sofrimento inicial. (editorial)
O que tem aí?

Com uma brincadeira de cadê/achou, esse livro é um convite para os pequenos leitores, cheios de curiosidade para encontrar bichos que existem e bichos que não existem. A cada virada de aba da página, os bichos aparecem e depois convidam o leitor a adivinhar: o que tem aí, escondido na página? (editorial)
Bia e o Elefante

Bia e o elefante são inseparáveis e completamente diferentes. Bia gosta de brincar lá fora, e o elefante prefere ficar dentro de casa. Um gosta de correr, outro de andar devagar. Mas essas oposições não os impede de serem grandes amigos. (editorial)
Bia e o Elefante : piquenique

Bia e o Elefante farão um piquenique e estão providenciando tudo! Mas, e se chover? (editorial)
O camelo, o burro e a água : uma fábula visual sobre o consumo consciente da água

Nesta história, o Camelo e o Burro são vizinhos que enfrentam um dia sem o fornecimento de água. Ao folhear o livro, a criança poderá observar práticas de consumo consciente, por parte do Camelo, e grande desperdício de água, na casa do Burro. ((editorial))
O Bem

Este livro traz ilustrações atraentes que convidam a criança à leitura, facilitando a compreensão dos vários significados da palavra BEM. (editorial)
A Boca

Este livro traz ilustrações atraentes que convidam a criança à leitura, também facilitando a compreensão do texto. O texto é composto de frases simples, mas discute os muitos significados que a palavra BOCA pode ter. (editorial)
Céumar Marcéu

O que tem de mar no céu e de céu no mar? (editorial)
Sabe de quem era aquele rabinho?

O elefante ia viajar e resolveu dar uma festa de despedida. Ele quis tirar uma foto para guardar de recordação, e o esquilo sugeriu que os convidados fizessem uma pose de costas para a câmera. Quando ia bater a foto, o elefante percebeu um rabinho estranho. De quem seria? (editorial)
Gabriel

Gabriel, como qualquer criança, adora tocar em tudo o que vê. Mas será que ele pode mexer em tudo mesmo? (editorial)
